sábado, 31 de maio de 2025

Filosofia - Modelo de Aula

 

Sócrates e o nascimento da Filosofia

. A Filosofia surge da relação entre Sócrates e Platão;

·       Ordem da Sabedoria que Sócrates criou – Voegelin;

·       Sócrates criou uma ordem interna para se contrapor à ordem externa;

. Projeto Socrático:

·       A Sabedoria existe e é alcançável;

·       A luta do indivíduo contra a nossa alma;

·       Os nossos atos dão forma a nossa alma;

·       A Sabedoria é virtude com conhecimento;

·       Pretensão de autodomínio – “Conhece-te a ti mesmo.”;

·       Aceitar a realidade – o que quer que aconteça é a vontade da inteligência que coordena tudo o mais;

. Método de Sócrates – imagem do semeador (Fedro)

. Diálogo – conversa com outros indivíduos (lança sementes);

1.       Limpeza do Terreno: escuta atenta à fala do outro;

2.       Início da Tensão: primeiros questionamentos até a tensão do conhecimento da ignorância;

3.       Maiêutica (Teeteto): trazer a consciência ao interlocutor através de perguntas (aquilo que ele sabe);

·       Estabelecer a Ordem da Sabedoria em si próprio – estudar antes de opinar.

 

 

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Como Escrever com Clareza - Notas do Curso

 


Notas Pessoais sobre o Curso de Pedro Sette-Câmara

Aula 1 – Como Saber o que Você quer Dizer?

. É necessário entrar em estado contemplativo (relaxar);

·       Sair sem objetivo aparente;

·       Ter tempo ocioso (não fazer nada);

·       Desacelerar a mente (sair da tecnologia).

. Página matinal – anotar no caderno o que vier à sua mente logo ao acordar;

·       Ter clareza sobre si próprio – identificar os limites de sua sensibilidade;

·       Não ter medo em assumir as próprias preferências.

. Quais são as coisas às quais eu sempre volto?

·       Descobrir o seu caminho – Buscar momentos contemplativos.


Aula 2

. Escrever um texto a serviço de uma ideia específica:

·       Se for longo, cada parte dividida do texto terá uma ideia (unidade);

·       Ter clareza sobre o que vai dizer/escrever.

. Informação – a ideia que você quer transmitir: é tudo aquilo que o outro não sabe (novidade)

. Redundância – são coisas que confirmam a informação: tornam a informação palatável (é o que já se sabe).

OBS: as informações mais difíceis de serem aceitas são as que vêm em desencontro às minhas certezas.

·       O formato faz parte da redundância;

·       Como colocar novas premissas ao senso comum?

·       Dificuldade em quebrar o orgulho alheio em assumir o autoengano.

. Para quem eu vou falar? De que maneira eu vou falar?

·       Descobrir algo seu através da contemplação;

·       Adaptar para seu público (saber para quem vai escrever);

·       Qual é o formato que vou utilizar? – artigo; algo fixo.

·       Partir do que o público já sabe para dar a ele um ponto de apoio;

·       Cortesia do escritor: pensar no que o público já sabe para que, a partir destas ideias, chegar às ideias do autor – conduzir mansamente.

Princípios gerais:

1.       Informação é tudo o que o outro não sabe;

2.       A informação para ser assimilada precisa de redundância.

·       O papel do escritor é ter clareza, ou seja, oferecer as duas coisas acima.

·       Como fazer isso? Escrever em formato conhecido pelo leitor; partir das ideias que o leitor já tem.

3.       Como fazer isso?

·       Escrever em formato conhecido pelo leitor;

·       Partir das ideias que esse leitor já tem.

·       É muito importante que cada frase motive o leitor a ler a frase seguinte. Se você tem alguma coisa a dizer, faça até o fim.


Aula 3 – Exemplo de bom texto (I)

. Crônica – Café, chá e abstrações (Olavo de Carvalho):

Ø  Técnica:

1.       Informação bombástica;

2.       Ilustração;

3.       Argumento central;

4.       Posicionamento pessoal;

. Obs: A leitura de crônicas é essencial para captar o clima de uma época.


Aula 04 – Exemplo de bom texto (II)

. A menina sem estrela (Nelson Rodrigues):

Ø  Começa com uma afirmação – imagens interessantes (vivacidade da linguagem);

Ø  O autor documenta o pensamento – memória voluntária e involuntária;

Ø  Controle de consciência x Fluxo de consciência.

Obs: Só é possível a misericórdia quando reconhecemos nossa própria miséria.


Aula 05 – Exemplo de mau texto (I)

. Aparência de profundidade (texto acadêmico):

§  Lição: tenha referências claras em seu texto.

 

Aula 06 – Exemplo de mau texto (II)

. Estilo “o medalhão”: tipo de texto que tenta ser respeitável:

§  O establishment é medalhão: não aceita questionamentos;

§  Escreve para os seus pares, ou seja, para quem sempre concorda;

§  O “medalhão" nunca escreve para chocar o seu leitor com verdades são percebidas ou esquecidas, mas apenas reitera o que todos sabem.

§  Ninguém descobre nada, apenas há continuidade de pensamento uniforme e inquestionável.

§  O “medalhão” nunca toca o problema real.

. Lições:

Ø  Sempre deixe muito claro a que se refere o infinitivo, ou seja, quem é o sujeito do seu infinitivo – identificar o Sujeito – Verbo – Predicado da estrutura do texto.

Ø  Usar “através” somente para aquilo que atravessa. Caso contrário, usar “por meio de”.

 

Aula 07 – Exemplo de mau texto (III)

. Estilo “a penteadeira velha”: é um tipo de texto que tenta soar bonito exibindo sentimentos sublimes – exibicionismo de bons sentimentos.


Aula 08 – Um Texto Apenas Confuso e Dois outros Problemas

. No título há uma promessa que não se cumpre no texto:

. Lições:

Ø  Tenha uma ideia clara sobre o que se deve escrever e coloque essa ideia nos primeiros parágrafos.

Ø  Se você tem alguma coisa importante a dizer, diga até o fim.

Ø  1º elemento de clareza: perceber que as palavras se referem às coisas. As palavras utilizadas devem realmente trazer coisas vivas à sua imaginação.

Ø  A experiência existe e ela pode ser descrita de diferentes maneiras;

Ø  O escritor descreve a experiência aos olhos da mente de seus leitores.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Revolução e Marxismo Cultural - Pe. Paulo Ricardo

 

Notas Gerais

Aula 2

Kant condenou a cultura ocidental à destruição, pois para ele:

·       O que está lá fora, o mundo em si, é irracional, caótico e descontrolado;

·       O que nós temos acesso é a coisa para mim (o fenômeno);

·       Este fenômeno é obra de um intelecto (não o de Deus), ou seja, meu intelecto – minhas categorias. Meu intelecto cria a ordem que é imposta à realidade pelo meu intelecto.

Obs: certos filósofos colocam-se no lugar de Deus quanto a compreensão da realidade.

Marxismo:

·       A ordem (superestrutura) imposta ao mundo irracional é determinada por classes sociais;

·       Gramsci: não existe o bem ou mal – porque a realidade é caótica (Kant) -, apenas o que atrapalha a revolução, ou seja, não existe verdade, mas o que é oportuno (lógica de Maquiavel).

·       Os escritos de Gramsci foram fundamentais na destruição cultural do Ocidente durante o século XX através da mudança do senso comum que guiava as sociedades. Não existe verdade, mas ideologia revolucionária disfarçada de marketing político.

Obs: é inútil debater com marxistas por causa de sua dialética erística.


Aula 03 – Escola de Frankfurt

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) contribuiu para a crise teórica do marxismo, pois os trabalhadores uniram-se para lutar por seus países ao invés de lutarem contra os “opressores”:

·       O que alienou os trabalhadores? A cultura Ocidental, segundo Gramsci;

·       Objetivo da Escola de Frankfurt: estudar de que maneira a civilização Ocidental pode ser destruída.

·       Por cultura Ocidental entende-se a Moral Judaico-cristã; a Filosofia Grega e o Direito Romano que sustentam a sociedade capitalista norte-americana.

·       Para combater a cultura Ocidental, criam a Teoria Crítica cujo objetivo é criticar tudo o que sustenta a cultura Ocidental – Direito Romano; Capitalismo e, principalmente, o Cristianismo.

·       Adorno/Horkheimer – A Personalidade Autoritária: existe relação entre Fascismo e Capitalismo (civilização Ocidental);

·       Marcuse – Eros e Civilização (anos 50): influencia o pensamento pacifista hipie -“faça amor, não faça guerra”- através do casamento entre Marx e Freud. A moral judaico-cristã é castradora da sexualidade e, por não exercer sua plena sexualidade, o indivíduo fica agressivo gerando a guerra. Portanto, é preciso que o homem reprimido liberte-se das cadeias da moral religiosa e faça sexo.

Pensamento Gnóstico: há algo errado no mundo que foi feito por um deus mal, portanto devemos nos libertar através do verdadeiro conhecimento (GNOSE).


Aula 4 – Ardil Psicológico Marxista

O uso da inveja para desestabilizar a sociedade através da ideia do “excluído social”.


Aula 5 

Para a Escola de Frankfurt, a cultura seria a exteriorização da religiosidade humana;

Teologia da Libertação: imanentização do Cristianismo – a religião usada como engenharia social;

Feuerbach: a religião é a antropologia alienada; todo o conteúdo transcendente da religião pode se tornar imanente (esvaziamento espiritual); deste modo, retira-se o sentido da vida após a morte para trazê-lo ao mundo material – político, social, do dia-a-dia.

Sentido: está fora do objeto ou do ser, deste modo, o sentido deste mundo está fora dele (o transcende) – Filosofia Clássica.

·       O marxismo joga o sentido do mundo para o futuro: a promessa do mundo perfeito através da revolução.

OBS: A Teologia é o compromisso da religiosidade cristã com a racionalidade filosófica. O que me foi revelado por Deus não contradiz minha razão, mas a eleva e a aperfeiçoa.

·       Ideologia: são ideias e reflexões que justificam interesses de classe visando algum tipo de engenharia social.

·       Lógica Revolucionária: bom é aquilo que ajuda a revolução; os revolucionários estão além do bem e do mal; primado da práxis sobre a teoria.

Paul Ricoeur – Os Mestres da Suspeita:

·       O que é razão?

1.       Nietzsche: razão é ilusão; 2. Freud: razão é racionalização; 3. Marx: razão é ideologia.

Nenhum dos três crê que a razão possa conhecer a verdade.


Aula 6

Atualmente, a religião está limitada a simbolismos relativistas a partir de jogos de palavras bem articuladas.

terça-feira, 27 de maio de 2025

Seis Personagens à Procura de um Autor - Pirandello

 

Notas sobre a Obra

“A Consciência moderna parece um angustiante sonho. Uma desesperada investida em que milhões de bandeiras agitam-se por um momento e, imediatamente, desaparecem por serem substituídas por outras. Em que os adversários estão confusos e misturados. E todos lutam por si mesmos, em sua própria defesa, contra amigo e inimigo.” (Luigi Pirandello, Arte e Consciência de Hoje)

. Pirandello é da Sicília, região pobre da Itália (equivalente ao Nordeste brasileiro);

·       Viveu à época do Risorgimento – movimento político nacionalista italiano do século XIX;

·       O autor foi melhor dramaturgo que romancista;

·       Foi o maior renovador do teatro italiano e uma das maiores influências do teatro moderno;

·       Seis Personagens à Procura de um Autor é sua melhor peça;

·       A estreia da peça se deu em 1921;

. A obra de Pirandello versa, principalmente, sobre o problema da identidade humana:

·       A peça em questão é sobre meta-teatro, uma invenção do século XX;

·       Frase-chave da peça: “É exatamente isso! Dar vida a seres mais vivos que aqueles que respiram e vestem roupas! [As personagens são] Menos reais, talvez, porém mais verdadeiros.”

·       As personagens são abstrações que só existem no papel, porém, nesta peça, são reais (personificadas);

. O fio condutor da peça é o desejo das personagens existirem nos atores;

·       A personagem não existe no tempo, mas fora dele na Eternidade;

·       “A arte é mimesis (imitação) da vida.” Aristóteles;

. O que é o ator? É alguém que assume personagens que não são ele mesmo;

·       Qual o problema do ator? Ele só existe em função das personagens.

·       O que marca a personalidade dos atores na peça é a arrogância, pois acham que as personagens dependem deles (atores) para existirem.

. O que é a personagem? São esquemas abstratos que existem apenas na ficção.

·       Qual é o problema da personagem? Ela precisa necessariamente de um autor.

·       As personagens parecem mais humanas que os atores, porque representam a humanidade propriamente dita;

OBS: As personagens devem ter uma série de características que lhes dão verossimilhança (parecer com a verdade);

. As personagens serão sempre as mesmas: imortais

·       As personagens são eternas, os atores são mortais.

·       A personagem estará para sempre presa ao mesmo destino: é prisioneira de si mesma;

. As personagens estão à procura de um autor (criador) que lhes deem SENTIDO.

·       O criador confere sentido à criatura;

·       Foi o autor que aprisionou as personagens aos seus destinos;

. Todas as peonagens da peça são pecadoras que estão aprisionadas na condição pecaminosa em que se encontram;

·       As personagens estão à procura de um autor, ou seja, de um sentido existencial;

·       Elas estão revoltadas contra o Autor/Criador que os aprisionou numa determinada realidade ontológica;

. A rebelião fundamental do ser humano é metafísica: contra sua condição de criatura (personagem).

·       A peça é uma ilustração simbólica do dilema existencial humano com a sua condição de criatura (personagem) e criador (autor);

·       O problema central do ser humano é saber qual é o seu limite como criatura (personagem) e qual o seu potencial como criador (autor).

Excertos selecionados da peça:

Diretor (furioso)

“Silêncio! E prestem atenção quando explico! (Virando-se para o ator principal) Sim, senhor, a casca; ou, em outras palavras: a forma oca da razão, sem o recheio do instinto, que é cego. O senhor é a razão e sua mulher, o instinto, num jogo de papéis preestabelecido, no qual você é, voluntariamente, o fantoche de si mesmo. Entendeu?”

Pai

“Mas todo o mal está nisso! Nas palavras. Todos trazemos dentro de nós um mundo de coisas: cada qual tem o seu mundo de coisas! E como podemos entender-nos, senhor, se, nas palavras que eu digo, coloco o sentido e o valor das coisas como são dentro de mim, enquanto quem as ouve lhes dá, inevitavelmente, o sentido e o valor que elas têm para ele, no mundo que traz consigo? Achamos que nos entendemos... e nunca nos entendemos! Veja: a minha compaixão, toda a minha compaixão por esta criatura (aponta a Mãe), ela a considerou a mais terrível das crueldades!”

“Senhor, cada um se veste com a sua dignidade por fora, diante dos outros; mas dentro de si sabe muito bem tudo de inconfessável que se passa no seu íntimo.”

“Bem, quero dizer... a representação que fará, mesmo pondo em prática todos os recursos d caracterização para ficar parecido comigo... acho que, com essa altura... (todos os atores riem) dificilmente poderá ser uma representação de mim, como realmente sou. Antes vai ser, pondo de parte o aspecto, mais como lhe parece que sou, como o senhor me sente, se é que me sente, e não como eu me sinto, dentro de mim. E creio que isso deve ser levado em conta por quem for chamado a nos julgar.”

Mãe

“Não! Acontece agora, acontece sempre! A minha tortura não é fingida, senhor! Estou viva e presente, sempre, em cada momento da minha tortura que se renova, sempre. Mas aqueles dois pequenos ali, o senhor os ouviu falar? Eles não podem mais falar! Ainda estão agarrados a mim, para manter viva e presente minha tortura: mas eles, para si mesmos, não existem mais!”

Pai

“O momento eterno, como já lhe disse senhor!” [A personagem vive sempre o momento eterno, fora do tempo.]

(Após observá-los, com um fraco sorriso) “Assim, como é! Qual outra realidade poderia ser? Aquela que para os senhores é uma ilusão por criar, para nós é a nossa única realidade. E não apenas para nós, acredite! Pense bem! (Olha nos olhos.) Sabe nos dizer quem é o senhor? (E continua com o indicador apontado para ela.)

“Um personagem, senhor, pode sempre perguntar a um homem quem ele é. Porque um personagem tem, verdadeiramente, uma vida sua, assinalada por caracteres próprios, em virtude dos quais é sempre ‘alguém’. Enquanto um homem, não me refiro ao senhor agora, um homem, assim, em geral, pode não ser ninguém.”

“Pensei que o tivesse compreendido desde o início.”

Diretor

“Mais real do que eu?”

Pai

Se a sua realidade pode mudar, de hoje para amanhã...

Diretor

Mas se sabe que pode mudar, é claro. Muda continuamente, como a de todo mundo!”

Pai

“Mas a nossa, não! Está vendo? A diferença é esta! Não muda, não pode mudar, nem ser outra, nunca, porque já está fixada para sempre (é terrível, senhor), esta realidade imutável, que devia fazê-los arrepiar ao se aproximarem de nós!”

domingo, 25 de maio de 2025

A Arte do Cinema - Notas

 


A Arte do Cinema – Uma Introdução

por David Bordwell

Parte 1 – A Arte do Cinema e a Realização Cinematográfica

. O Cinema é a manifestação artística mais recente da História humana: Música; Dança; Pintura; Escultura; Arquitetura; Literatura; Cinema – estabelecido por Ricciotto Canudo em seu ‘Manifesto das Sete Artes’.

. Problematização Arte (intelectual) x Entretenimento (superficial).  (pág. 30);

“O cinema é uma arte porque oferece aos cineastas meios para fornecer experiências aos telespectadores, e essas experiências podem ser valiosas independentemente de seu pedigree.”

. CINEMA = FILMES (ARTÍSTICO – TECNOLÓGICO – EMPRESARIAL);

. Como fazer filmes: 1. Tecnologia – 2. Negócios;

·       O cinema é uma arte cara;

·       Os cineastas estão condicionados à tecnologia de sua época;

. Fazendo um filme (Três Fases) – 1. Produção; 2. Distribuição; 3. Exibição.

1.     PRODUÇÃO (4 fases) - Cada estágio modifica os anteriores e realizado por profissionais especializados (na maior parte dos filmes);

. Roteiro e financiamento: é a fase inicial (Roteirista – intelectual/Produtor – financeiro; organizacional);

·       Produtor – conseguir verba para as filmagens;

·       Roteirista: dar solidez ao roteiro;

. Preparação: também conhecido como Pré-produção;

·       O DIRETOR juntamente com a equipe técnica (designer de produção; diretor de fotografia) estabelecem a pré-visualização das imagens – Storyboard;

. Filmagens: produção;

·       O diretor e seus assistentes coordenam as filmagens e o elenco;

·       O diretor dá forma à interpretação dos atores;

·       O diretor de fotografia, junto com o diretor, decide como cada cena será iluminada e filmada (Unidade de Fotografia);

·       Unidade de Som: técnico de som responsável pela captação dos diálogos durante as filmagens;

·       Unidade de Efeitos Visuais: coordenada pelo supervisor de efeitos visuais – responsável pela composição de planos de fundo.

. Composição (Pós-produção) – começa após a conclusão das filmagens, porém a equipe trabalha nos bastidores durante as gravações.

·       MONTADOR: figura central no processo; é responsável por colocar as imagens em sequência;

·       Editor de Som (escultor sonoro): após a edição, cria-se a trilha sonora. Muito pouco dos barulhos que ouvimos num filme foi gravado durante as filmagens;

·       O editor de som adiciona efeitos sonoros tirados de uma biblioteca de sons;

. Os modos de produção cinematográfica:

·       Produção em larga escala: cinema de estúdio (divisão de trabalho semelhante a uma linha de montagem);

“Na produção em estúdio, especialistas qualificados colaboram para criar um produtor único ao mesmo tempo em que têm de aderir a um plano preparado pela administração.” (pág. 69).

. Produção independente:

·       Maior liberdade artística, porém com poucos recursos;

·       Trata de assuntos que geralmente são ignorados pelos grandes estúdios;

·       Mais intimista e controverso.

. Produção em pequena escala:

·       Filmes feitos por poucas pessoas, em alguns casos, por apenas uma;

·       Permite que o cineasta mantenha o projeto sob controle cerrado.

. Implicações criativas: quem seria o autor de um filme?

·       Ao diretor cabe as principais decisões criativas do filme: “Na maioria das vezes, é o diretor que molda a forma e o estilo único de cada filme, sendo esses dois componentes fundamentais para o cinema enquanto arte.”

 

1.     DISTRIBUIÇÃO: empresas de distribuição formam o núcleo do poder econômico na indústria cinematográfica comercial;

·       Assumem os riscos financeiros do projeto;

·       Estão ligadas à multinacionais do setor de entretenimento.

 

2.     EXIBIÇÃO:

·       É a apresentação pública da obra;

·       Realizada em salas de cinema; TV (aberta e a Cabo); DVD/Bluray.


quinta-feira, 22 de maio de 2025

Os 10 Mandamentos do Xadrez

 



1. Preferir o xadrez a todos os demais jogos.

2. Propagar suas virtudes.

3. Refletir sobre as jogadas sempre antes de executá-las.

4. Não molestar de nenhuma forma o nosso adversário.

5. Não intervir numa partida na qual não está jogando.

6. Utilizar com cuidado o material de jogo: não golpear as peças, o tabuleiro ou o relógio.

7. Não se retirar de uma competição sem um motivo justificado.

8. Acatar o regulamento do jogo e as decisões dos árbitros.

9. Saber perder com humildade e dar a mão a nosso adversário após a derrota.

10. Estreitar laços de amizade entre todos os enxadristas do mundo, tal como reza o lema da FIDE: Gens una sumus (Os enxadristas formam uma só família).

Reminiscências de Setembro/2026 (V)

 Dia 28 - Um Grande achado . Recebi hoje a encomenda com os dois volumes do Diário Completo , de Josué Montello , em primorosa edição da Nov...